Análise de textos e imagens, apresentações de aulas e um pouco da minha mistura de tudo.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
domingo, 13 de dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Teaching Methodologies - Approaches
Last class we did an activity to compare three different approaches in second language teaching.
1. Grammar Translation
• Emphasizes reading, writing ans translation
• Conscious learnig of gramatical rules
• Memorization
• Class time talking about the language
• Memorization of paradigms, patterns and vocabulary
2. Direct Method
• Alternative to grammar translation
• Adults learn as children (they believe)
• Teacher tries to create a natural learning enviroment
• Major emphasis on communicating
• Classes only in second language
• No translation
• Language is acquired trhough questions and answers and dialogs.
3. Audiolingual
• Represents a return to the direct method
• Students are conditionated to respond correctly to oral and written stimuli
• They are required to respond imediatly to a mode utterance
• Language learning is viewed as a mechanical mimicry
• Dialogue memorization and pattern drills
• Is rarely used today
Leitura Crítica - Habilidades Integradas
A letra da música "The Boxer" de Simon and Garfunkel foi utilizada para uma leitura crítica. A aula foi muito interessante pois, apesar do trabalho em grupo, a maioria dos alunos teve sua própria conclusão sobre a utilização de certos tipos de textos em sala de aula.
Tentamos desconstruir o texto para que pudessemos analisá-lo de forma minuciosa, porém, sempre ficam algumas questões que não conseguem ser respondidas. Justamente pelo fato de não termos informações suficientes no texto e não termos conhecimento da vida do compositor / autor e personagem. Ficam então suposições do que pode ou não ter acontecido e logicamente, cada um com sua opinião. Essa é a parte mais interessante do estudo, o conhecimento prévio de cada um e como isso afeta as respostas dadas.
Quanto às questões sobre como aplicar o texto em sala de aula e principalmente para qual tipo de aluno geraram certa discussão em sala de aula, pois é importante conhecermos nossos alunos para não apresentarmos material que não vão de encontro às necessidades deles ou até mesmo situação social.
Ainda na mesma aula, vimos como é interessante a atitude dos alunos deparados com certo tipo de texto, tal qual foi o apresentado sobre Obesidade.
Linguística Textual
O texto escolhido para trabalharmos em sala de aula foi "A Línguística Textual", extraído do livro "Linguística Textual: Introdução" dos autores Fávero e Kock.
O termo "Linguística Textual" foi utilizado pela primeira vez na década de 60, na Alemanha. Os primeiros estudiosos foram Cosériu (1955) e Weirich (1966). O objeto de estudo da linguística textual é o texto, por ser forma específica de linguagem. A partir de então, vários outros estudiosos se engajaram no estudo da linguística textual e outros termos foram surgindo para designá-la, tais como: Textologia ( Harweg), Teoria do Texto ( Schimidt), Hipersintaxe (Palek).
Além da explicação sobre a origem do termo, vimos também as principais causas do surgimento da Gramática Textual e as lacunas na gramática das frases. Foi necessário essa gramática textual para que o sentido geral do texto seja compreendido. Para certas frases serem entendidas é necessário conhecimento sobre o contexto. Alguns exemplos:
a) Correferência - He is the boy I told you about. (whom?)
Somente saberemos de quem se trata, se soubermos quem é pelo contexto.
b) Pronominalização - Peter and I (we)
Saberemos qual pronome usar pelo contexto.
Entre estes fenômenos citados, ainda temos: seleção de artigos, ordem das palavras, tópicos, entoação, relações entre sentenças e concordância dos tempos verbais. Todos esses fenômenos fazem do texto compreensível quando bem utilizados. Por essa razão a importância de uma Gramática Textual.
Concepção de texto
Trabalhamos em sala de aula o texto "Concepções de Língua, Sujeito, Texto e Sentido", extraído do livro "Desvendando os segredos do texto", do autor Ingedore G. Villaça Kock.
Durante a aula, tivemos a oportunidade de fazer uma leitura do texto e trabalhar em grupo algumas questões propostas pelo professor sobre tais concepções.
No começo da aula, antes de iniciar o texto, o professor nos questionou sobre qual a definição que daríamos para texto e para não-texto. Foi interessante observar as respostas dos colegas e perceber que cada um tem a sua própria definição e que chegamos perto da "definição correta". Para a maioria dos alunos, a resposta dada foi a que texto é um conjunto de frases ou então de palavras, que tem algum significado para nós. E o não-texto é o que não tem significado nenhum.
Com a leitura do texto e explicação do professor, verificamos que é o texto é mais que simplesmente um conjunto de palavras e sim um diálogo entre o autor e o leitor. Tudo o que para nós tem algum significado, seja uma frase, uma obra de arte, uma música, poesia ou um simples grito de "Socorro!" é texto. Todo esse significado vai depender de nossas experências e tudo o que vivenciamos até então. É necessário um conhecimento prévio do assunto abordado para que tenha significado. O texto é "um lugar de constiuição e de interação dos sujeitos sociais, como um evento, portanto, em que convergem ações linguísticas, cognitivas e sociais" (Beaugrande, 1997).
Assinar:
Postagens (Atom)